Portugal

José Carlos Santiago

Curador e Facilitador

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Abordagens para a sua Saúde e Bem Estar

Desbloqueio da energia nervosa

O desbloqueio da energia nervosa é isso mesmo. Ela consiste em se libertar a energia nervosa que está bloqueada ao longo do corpo.

As tensões, o stress, os traumatismos, etc. acabam por bloquear o livre fluir da energia nervosa, obrigando-a a permanecer nos tecidos o que acaba por alterar o funcionamento destes.

Se as tensões, stress, traumatismos, etc. existem, a circulação nervosa faz-se em menor quantidade ficando assim a energia presa ao longo do corpo.

Com o tempo ela acaba por criar disfunções nos tecidos e problemas de saúde.

Exemplos disso podem ser um corpo demasiado tenso, demasiado cansado, com dores generalizadas e difusas não se percebendo bem onde dói, pois dói em todo o lado, alterações no sono, na concentração e na capacidade de interagir com tudo o que se passa à volta da pessoa. Exemplos extremos são a fadiga crónica e a fibromialgia.

Assim é de grande importância desbloquear a energia nervosa para que todo o nosso corpo funcione nas melhores condições.

Há várias técnicas que desbloqueiam esta energia e as causas do seu bloqueio, mas a Técnica de Desbloqueio da Energia Nervosa (que liberta a energia nervosa e os nervos ao longo do seu percurso) é bastante boa, resultando não só num relaxamento mas numa grande leveza e num estado muito mais funcional de todo o corpo.

Ela associada à Libertação Mio Fascial ou eventualmente à massagem (uma vez que é bastante compatível com estas técnicas) é óptima para libertar tensões, dores generalizadas ou difusas, alterações de sono, cansaço excessivo, dificuldades de concentração, "esgotamento", e muitas outras condições.

Igualmente é óptima para trabalhar músculos espásticos ou trabalhar "músculos mais resistentes" sobretudo quando associada à Libertação Mio Fascial e a outras técnicas ou terapias.

O seu uso principal é nos músculos espásticos e nos músculos mais resistentes, em dores generalizadas e/ou fibromialgia, no cansaço em excesso e/ou fadiga crónica ou no cansaço normal, em tensões generalizadas, ou mesmo nas tensões que teimam em persistir e das quais muitas vezes se diz que nada mais há a fazer, em desordens de sono, perturbações do sistema nervoso, etc., etc.